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CDL Chapecó entrega automóvel HB20 ao ganhador da Semana Total 2025

Márcio Rodrigues da Silva, 40 anos, começou muito bem 2026. Ele foi o ganhador do maior prêmio da Campanha Semana Total 2025, promovida pela CDL Chapecó (Câmara de Dirigentes Lojistas) e saiu da entidade na manhã desta sexta-feira (9) de HB20 zero quilômetro, avaliado em R$100 mil.

O sorteio foi realizado no dia 19 de dezembro e a entrega do carro foi feita pela diretoria da CDL nesta primeira semana do ano. “Foi um ‘sextou’ diferente hoje. Meu ano começa muito bem, um presságio de mudanças”, disse Márcio com um sorrisão estampado no rosto. Ele é comerciante em Chapecó, proprietário da MR Móveis Planejados e foi sorteado após fazer uma compra de materiais na loja GMAD Chapecomp. “O ano passado foi muito desafiador para nós, passamos por uma reestruturação difícil na empresa e por isso ganhar esse prêmio é uma bênção, um sinal de que 2026 será melhor”, prevê ao contar que preencheu os cupons enquanto aguardava a nota da compra. “Levei até presentes para as meninas da GMAD que insistiram para preencher os cupons, porque nunca faço isso”, conta ele.

Além da insistência das funcionárias da loja, Márcio também contou com a sorte. Antes de sair seu nome, outras duas pessoas foram sorteadas, mas como não preencheram os cupons de forma correta ­– sem assinalar a alternativa certa (CDL) e sem informar CPF – não levaram o prêmio. “É muita sorte, com certeza!”, comemora.

O presidente da CDL Chapecó, gestão 2023-2025, Edson Demétrio Piana, resume a campanha como fantástica e ressalta a força do varejo chapecoense. “Além de fortalecer o comércio, esse movimento reforça a experiência da compra presencial ao consumidor. O prazer de pegar o produto na mão, poder escolher o tamanho certo, conferir a cor, a qualidade, tirar dúvidas com o vendedor, levar para casa na hora, são apelos diferentes, uma experiência segura que aproxima clientes e consumidores”, destaca Piana.

SEMANA TOTAL

A edição de 2025 realizada de abril a dezembro distribuiu duas motocicletas, seis iPhones 16 Pro Max, R$ 60 mil em vale-compras e um automóvel. A campanha movimentou um milhão de cupons impressos e mais de R$ 33 milhões em compras no comércio da cidade.

O vice-presidente da CDL Chapecó no novo mandato 2026-2027, Jonas Rolim de Moura, frisa que a ação terá continuidade neste ano, com objetivo de estimular as vendas, fidelizar clientes e fortalecer o varejo local. “A campanha Semana Total já está nas ruas, porém a nova diretoria ainda está definindo os detalhes de como será esta edição e quais prêmios sortearemos”, adianta.

RECONHECIMENTO ESTADUAL

O projeto ganhou destaque no cenário estadual. A “Semana Total Chapecó” foi finalista do Prêmio Top de Marketing e Vendas 2025, promovido pela ADVB/SC, na categoria Comércio. A CDL dividiu o pódio com o Grupo Koch Atacadista e o Grupo Almeida Junior de Shopping Centers, vencedor da categoria. “Esse reconhecimento mostra o valor da iniciativa e o quanto é importante dar continuidade a ela para estimular as compras e as vendas no setor”, sublinha Jonas.

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Redução do custo Brasil é mais importante que diminuir jornada de trabalho

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL Chapecó) manifesta profunda preocupação com a proposta de redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1 no Brasil, tema que ganhou espaço no Congresso Nacional e na mídia. A entidade defende que o debate público deve priorizar a redução do custo Brasil — e não a alteração precipitada da legislação trabalhista — como forma mais eficaz de aumentar a competitividade, proteger empregos e fortalecer a economia nacional.

         O presidente da CDL Chapecó, Roni Tasca, ressalta que, em um cenário de custos elevados e produtividade estagnada, a redução da jornada de trabalho pode reduzir ainda mais a produção, sem atacar as reais causas estruturais que a limitam. Tal caminho, alerta ele, tende a gerar aumentos de custos operacionais, risco de demissões e pressões inflacionárias, ao invés de melhorar a competitividade do país.

         Tasca alerta que experiências internacionais demonstram que a queda de produtividade é um caminho que historicamente levou países ao empobrecimento. Para o dirigente, o foco do debate deve estar na redução do custo Brasil, medida que, ao aumentar a eficiência e a competitividade, beneficia trabalhadores, empresas e contribui para o desenvolvimento sustentável de toda a nação.

         CUSTO BRASIL

         O custo Brasil, termo que agrupa fatores como burocracia, infraestrutura deficiente e carga tributária elevada, representa um peso significativo sobre empresas e trabalhadores. Estudo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) revelou que essas ineficiências consomem cerca de R$ 1,7 trilhão por ano, o equivalente a quase 20% do Produto Interno Bruto (PIB), valor que o setor produtivo gasta a mais em comparação com a média dos 38 países que compõem a OCDE.

         Paralelamente, o Brasil registrou a maior carga tributária dos últimos 22 anos, com tributos totalizando 32,2% do PIB — percentual que, se incluísse todos os encargos, poderia ultrapassar 34%, conforme dados do InfoMoney.

          Este nível de cobrança está entre os mais altos do mundo emergente, impactando diretamente os custos operacionais das empresas e reduzindo a margem de investimento em tecnologia, inovação e capital humano.

         O resultado é uma economia onde o empresário dedica centenas de horas por ano apenas para cumprir obrigações fiscais: mais de 1.500 horas anuais são gastas em apuração e pagamento de tributos, segundo estudo Doing Business, do Banco Mundial — quase o dobro do tempo necessário em muitos concorrentes internacionais.

         PRODUTIVIDADE X CUSTOS

         A produtividade do trabalho no Brasil é outro indicador que merece atenção no debate. Em 2024, apesar de um crescimento de 3,9% — o melhor resultado desde 2020 — o país ocupava apenas a 78ª posição em produtividade global, atrás inclusive de vizinhos sul-americanos como Uruguai, Argentina e Chile, conforme dados divulgados pela Conference Board.

         No mesmo ano, cada trabalhador brasileiro produziu o equivalente a cerca de US$ 21,44 por hora trabalhada, menos de um quarto do que gera um trabalhador norte-americano.

         Para a CDL Chapecó, estes dados refletem desafios estruturais que não se resolvem com simples ajustes na jornada, mas com reformas profundas na estrutura produtiva e no ambiente de negócios.

         ORÇAMENTO PÚBLICO CRÍTICO

         A pressão sobre o orçamento público também é um ponto crítico que impacta na economia. Projetos sociais e programas assistenciais ocupam parcela relevante das despesas. Em 2025, o Brasil gastou mais de R$ 400 bilhões com programas de transferência de renda e assistência social, o maior patamar da história recente.

         No caso do sistema previdenciário, especialistas apontam déficit estimado de cerca de R$ 140 bilhões em 2025 no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

         Esse quadro fiscal restritivo, com despesas obrigatórias em alta, segundo a entidade, limita a capacidade do Estado em aumentar investimentos produtivos, afetando saúde, educação e infraestrutura — pilares essenciais para elevar a produtividade no longo prazo.

         “A CONTA NÃO FECHA”

A CDL Chapecó reforça que a proposta de redução da jornada de trabalho, sem o enfrentamento dos problemas estruturais do país, aprofunda desequilíbrios e transfere à iniciativa privada uma conta que o Brasil já não consegue pagar. Para a entidade, a equação é simples: mais custos, com a mesma ou menor produtividade, resultam em menos empregos, preços mais altos e menor crescimento econômico.

O presidente afirma que o debate precisa ser conduzido com responsabilidade e foco na origem do problema. “A conta não fecha. O Brasil já opera com uma carga tributária superior a 32% do PIB, um custo Brasil que consome cerca de 20% da nossa riqueza e uma produtividade muito inferior à de países que discutem jornadas menores. Reduzir horas de trabalho sem reduzir custos é empobrecer o país”, avalia.

A CDL Chapecó sustenta que somente com um ambiente econômico mais leve, previsível e competitivo será possível gerar empregos sustentáveis, ampliar a renda da população e aliviar a pressão sobre o Estado, que já enfrenta dificuldades para financiar a previdência, os programas assistenciais e os serviços públicos essenciais.

Para a entidade, insistir em soluções que ignoram a realidade fiscal e produtiva do país é adiar o enfrentamento do verdadeiro problema. “Quando o custo aumenta e a produtividade cai, alguém sempre paga essa conta. E, no Brasil, ela já chegou ao limite”.

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Possível movimentação de venezuelanos é acompanhada com cautela pela CDL Chapecó

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL) acompanha com atenção as discussões em torno do cenário econômico e social da Venezuela e seus possíveis reflexos sobre a presença de imigrantes venezuelanos no município. Apesar das especulações, a entidade avalia que ainda é cedo para qualquer análise conclusiva, uma vez que a reestruturação do país de origem tende a ocorrer de forma gradual e ao longo de anos.

            Atualmente, conforme dados do governo municipal, Chapecó conta com 19.466 venezuelanos, maior número do Brasil. Esse grupo representa cerca de 39% das carteiras assinadas nos últimos dois anos, dado que demonstra a relevância desses trabalhadores para o mercado e para o desenvolvimento econômico local. Uma eventual saída significativa desses trabalhadores poderia gerar impactos econômicos relevantes, em um cenário em que as empresas já enfrentam dificuldades para preencher vagas e manter níveis adequados de produtividade.

            Para a CDL Chapecó, porém, não há, até o momento, indícios concretos de um movimento expressivo de retorno ao país de origem. Muitos imigrantes, além de já inseridos no mercado de trabalho, estabeleceram vínculos profissionais e sociais e contribuem ativamente para a economia do município.

            O presidente da CDL Chapecó, Roni Tasca, destaca que o momento ainda exige cautela. “É cedo para medir qualquer impacto concreto, pois não há dados consolidados que indiquem um movimento efetivo de retorno em larga escala. No entanto, a preocupação existe, justamente pela relevância que os imigrantes venezuelanos têm hoje para a sociedade regional e para a força de trabalho local”, sublinha.

            A entidade defende que o tema seja acompanhado de perto, com diálogo entre o poder público, o setor empresarial e as entidades representativas, para que eventuais impactos possam ser mitigados.

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CDL Chapecó altera Estatuto e inclui ex-presidentes na tomada de decisões

A CDL Chapecó (Câmara de Dirigentes Lojistas) aprovou alterações no seu Estatuto para auxiliar os novos presidentes da entidade na tomada de decisões estratégicas. Os novos artigos 34 e 35 criam o Conselho Superior da CDL, órgão consultivo da presidência, que será composto pelos últimos ex-presidentes, os quais auxiliarão a diretoria na melhoria da gestão e nos desafios da entidade.

O novo texto prevê a composição do Conselho por no mínimo três e no máximo cinco ex-presidentes da entidade para o mandato de dois anos, com possibilidade de mais um, com a finalidade de aconselhar o presidente em exercício nas questões de maior relevância, especialmente relacionadas ao poder público e demais entidades. O primeiro Conselho Superior será formado pelos ex-presidentes: Édson Demétrio Piana, Clovis Afonso Spohr, José Carlos Benini eGilberto Badalotti.

O ex-presidente da CDL Chapecó, Édson Demétrio Piana, explica que os novos cargos não serão remunerados e que a convocação do Conselho se dará sempre que necessário, a pedido do presidente ou por solicitação de um dos conselheiros.

“Essa alteração no Estatuto realizada em Assembleia Geral em 2025 para vigorar a partir de 2026, fortalece a governança da CDL Chapecó, ao permitir que a experiência acumulada dos ex-presidentes contribua de forma estruturada com as decisões estratégicas da entidade. O Conselho Superior nasce com o propósito de orientar, apoiar e agregar visão de longo prazo para a CDL, sempre de forma voluntária e comprometida com o desenvolvimento do associativismo e do varejo local”, sublinha Piana.

NOVA DIRETORIA

O empresário Roni Tascafoi eleito o novo presidente da CDL Chapecó e sucederá Piana no biênio 2026/2027. Para ele, a criação do Conselho Superior é um passo importante para a entidade e será um suporte estratégico para a gestão.

“A criação do Conselho Superior representa um avanço importante para a CDL Chapecó, que segue a experiência positiva de outras CDLs no Estado. Poder compartilhar estratégias e experiências com pessoas que já passaram pelos mesmos desafios da presidência é muito válido. São pessoas que conhecem profundamente a entidade e os desafios do setor e que podem orientar a diretoria a evitar erros e tomar decisões mais assertivas”, destaca Tasca.

NOVA DIRETORIA EXECUTIVA DA CDL CHAPECÓ:

  • Roni Tasca, presidente (Calçados Novo Hamburgo)
  • Jonas Augusto Rolim de Moura, vice-presidente (Pampaloc Locadora de Equipamentos)
  • Gilson Vivian, diretor secretário (Inviolável Segurança 24 Horas Ltda)
  • Ana Paula Marchese, diretora secretária adjunta (Joalheria Minerva)
  • Renato Behm, diretor financeiro (Notre Dame Corretagem de Seguros Ltda)
  • Luis Fernando Coghetto, diretor financeiro adjunto (Bertelli & Coghetto Advogados)
  • Marcus Vinicius de Oliveira Borges, diretor de SPC ( Samarga Fran)
  • Luiz Felipe Concatto, diretor do SPC ( Maqdima Ferramentas e Equipamentos Ltda)
  • André Luis Dallacorte, diretor de relações públicas e comércio exterior (SPUL Digital Marketing Ltda)
  • Ricardo da Rocha de Lima, diretor de eventos (Gráfica Pantone)
  • Claudinei Pacheco, diretora social (Armeria Armas Ltda)
  • Elias de Paula, diretor social adjunto (Lojas Nazari)
  • Sérgio Lazari, diretor de patrimônio (Ortobom Colchões)
  • Édson Demétrio Piana, diretor conselheiro (Piana Magazine)

MEMBROS DO CONSELHO:

  • Lusinei Peruzzo (Luna Kids & Teens Confecções Ltda)
  • Claudio Andre Montagna (Loja Yasmin)
  • Viviane Cristina Dal Piva (Loja Tasca)
  • Pablo Davi (Imobiliária Nostra Casa Ltda)
  • Marcos Antonio Moschetta (Brasão Supermercados S/A)
  • Claucus Iliomar Valdameri (Sicredi)
  • Ivaldo Muller (Posto Milão Ltda)
  • Deomir Martinhago (Digital DM Serviços Digitais Ltda)
  • Amauri Luiz Batistton (Comercial Celeiro)
  • Vera Maria de Marco Mascarello (Verita Modas)
  • Carmen Sutilli (Fim de Século)
  • Alexandre Brum (Plaza Imóveis)
  • Maycon Douglas Girardi  (Comercial Girardi)
  • Camila Behm (Notre Dame Corretagem de Seguros Ltda)
  • Claudio Alcides Jacoski (Unochapecó)
  • João Pedro Signor (Neri Calçados)

CONSELHO SUPERIOR:

  • Édson Demétrio Piana
  • Clóvis Afonso Spohr
  • José Carlos Benini
  • Gilberto Badalotti