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Comércio registra crescimento de 5% nas vendas em SC

O levantamento realizado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina (FCDL/SC), fundamentado por meio da base de dados de consumo do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), apontou que os catarinenses compraram mais no Natal de 2019. A pesquisa abrangeu 20 municípios do Estado e apresentou crescimento de 4,9% no volume de vendas em relação ao mesmo período do ano anterior. Os consumidores gastaram em média R$ 174,25 na aquisição dos presentes.

O vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL), Gilberto João Badalotti, avaliou que esse resultado demonstra o potencial do comércio catarinense. Para o dirigente, a liberação dos saques de aniversário e imediato das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o recebimento do 13º Salário foram fatores determinantes para o crescimento das vendas. “A movimentação econômica está sendo retomada, um resultado da melhoria desse cenário é a empregabilidade. Em Chapecó, mais de mil vagas temporárias foram preenchidas”, destacou.

O comportamento do consumidor nesse período foi influenciado positivamente. De acordo com o vice-presidente da CDL Chapecó, as pessoas aproveitaram esses benefícios para investir em produtos necessários para o dia-a-dia. Nos últimos meses, conforme a pesquisa, os consumidores avaliaram os preços e as mercadorias de acordo com a utilidade. Nesse sentido, os itens mais procurados foram no segmento de vestuário, calçados, cosméticos, brinquedos e acessórios, com 44% da preferência. O levantamento revelou que 44% dos catarinenses pagaram no cartão de crédito.

A expectativa dos lojistas catarinenses referente ao crescimento da economia em 2020 também foi apurada pelo levantamento. Aproximadamente 86% acreditam que o comércio deve aumentar as vendas neste ano. Badalotti observou que os lojistas chapecoenses ficaram atentos às oportunidades para ofertar os produtos do estoque e registrar mais vendas. “Para este mês alguns consumidores aguardam ansiosos pelas liquidações com o objetivo de adquirir itens com preços baixos”, concluiu.